Para você Letícia!!!
quinta-feira, 7 de julho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
Bandeirinha Alfredo Volpi
Releitura da Obra de Arte de Alfredo Volpi - Bandeirinha
Objetivo da atividade:
Perceber os elementos que constitui a obra apreciada,
desenvolver a linguagem oral,
apreciar a obra Bandeirinha de Alfredo Volpi.
Para auxiliar a criança na organização de seu pensamento, fiz os seguintes questionamentos:
- Quais as cores que Volpi usou para pintar as bandeirinhas?
- Como ele organizou as bandeirinhas?
- Quantas bandeirinhas ele pintou?
- Volpi utilizou muitas cores diferentes?
As crianças pintaram papel sulfite com tinta guache. Após fiz os recortes e cada uma delas construiu sua obra de arte, utilizando a técnica da colagem.
Primeira etapa da atividade
Segunda etapa
Alfredo Volpi nasceu na Itália e veio para o Brasil com um ano de idade, em 1897, com os pais que emigraram para São Paulo. Desde pequeno gostava de misturar tintas e criar novas cores. Esse talento o levou a trabalhar como pintor de frisos, florões e painéis nas paredes das mansões paulistanas.
As formas geométricas e as trocas cromáticas começaram nos anos 1970. Volpi preparava várias pinturas parecidas, alterando cores, no que os críticos definem como uma combinação inventiva.
É a fase das bandeirinhas, sua maior contribuição para a arte brasileira moderna, expressa em seu trabalho Bandeiras e Mastros. Só pintava com a luz do sol e se envolvia totalmente com a criação de sua obra, o que incluía esticar o linho para as telas. Depois de dominar a técnica da têmpera com clara de ovo, o artista nunca mais usou tintas industriais - "elas criam mofo e perdem vida com o passar do tempo", dizia.
Num processo típico de um pintor do Renascimento, fazia suas próprias tintas, diluídas em uma emulsão de verniz e clara de ovo, em que ele adicionava pigmentos naturais purificados (terra, ferro, óxidos, argila colorida por óxido de ferro) e ressecados ao sol.
As formas geométricas e as trocas cromáticas começaram nos anos 1970. Volpi preparava várias pinturas parecidas, alterando cores, no que os críticos definem como uma combinação inventiva.
É a fase das bandeirinhas, sua maior contribuição para a arte brasileira moderna, expressa em seu trabalho Bandeiras e Mastros. Só pintava com a luz do sol e se envolvia totalmente com a criação de sua obra, o que incluía esticar o linho para as telas. Depois de dominar a técnica da têmpera com clara de ovo, o artista nunca mais usou tintas industriais - "elas criam mofo e perdem vida com o passar do tempo", dizia.
Num processo típico de um pintor do Renascimento, fazia suas próprias tintas, diluídas em uma emulsão de verniz e clara de ovo, em que ele adicionava pigmentos naturais purificados (terra, ferro, óxidos, argila colorida por óxido de ferro) e ressecados ao sol.
Depois de dominar a técnica da têmpera com clara de ovo, o artista nunca mais usou tintas industriais - "elas criam mofo e perdem vida com o passar do tempo", dizia.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Gincana na Escola
Alunos ganham gincana na escola e o prêmio é um passeio em um lugar escolhido pela turma.
Conforme o nosso calendário escolar, aconteceu no último sábado dia (18), a Gincana na Escola.
A equipe vencedora foi a Amarela, representando o continente Asiático.
Nossa equipe também não fez feio, ficamos com o terceiro lugar.
O principal objetivo era promover a interação e a aproximação entre as turmas dos períodos: matutino e vespertino.
A equipe vencedora foi a Amarela, representando o continente Asiático.
Nossa equipe também não fez feio, ficamos com o terceiro lugar.
O principal objetivo era promover a interação e a aproximação entre as turmas dos períodos: matutino e vespertino.
Parabenizamos a Equipe Amarela pelo brilhante resultado. O sucesso é consequência de muito esforço!
Para as outras Equipes, valeu a participação e lembrem-se: "Ás vezes, olhando por todos os lugares, você é capaz de ver que não é só a guerra que tem batalhas, mas também, o dia-a-dia. É só parar para pensar que você pode descobrir o quanto você já venceu esta batalha somente por ter participado!É assim, e um pouco mais também!
Para as outras Equipes, valeu a participação e lembrem-se: "Ás vezes, olhando por todos os lugares, você é capaz de ver que não é só a guerra que tem batalhas, mas também, o dia-a-dia. É só parar para pensar que você pode descobrir o quanto você já venceu esta batalha somente por ter participado!É assim, e um pouco mais também!
A vida tem lá os seus sofrimentos, mas que graça teria se não houvesse esses sofrimentos? A vida também tem lá os seus conflitos, angustias, decepções; mas iria ser uma vida muito monótona se não tivesse esses tais desesperos e outros mais.
Não espere que você vença toda a guerra, todo o conflito, a angustia, a decepção que você poderá se dar mal!Tenha confiança na medida certa, exata, para que não desande os teus planos!
Vencer não é ir até o fim da guerra, ou da batalha, porque corrigir os erros, mudar de opinião e ir à busca da resposta certa e da felicidade é ganhar tudo isso somente com uma atitude: a conscientização!" Ketrin Faier
Agradeço aos PAIS que se fizeram presentes e que de uma forma ou de outra contribuíram para a realização do evento.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Semana do Meio Ambiente
domingo, 5 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
Fim do primeiro trimestre
Esta sacola foi feita para colocar os trabalhos das crianças do primeiro trimestre. Coloquei também uma mensagem sobre a importância do brinquedo na Educação Infantil.
Mensagem:
Apenas Brincando...
Quando me virem a montar blocos
A construir casas, prédios, cidades
Não digam que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender sobre o equilíbrio e as formas
Um dia, posso vir a ser engenheiro ou arquiteto.
Quando me virem a fantasiar
A fazer comidinha, a cuidar das bonecas
Não pensem que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a cuidar de mim e dos outros
Um dia, posso vir a ser mãe ou pai.
Quando me virem coberto de tinta
Ou a pintar, ou a esculpir e a moldar barro
Não digam que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a expressar-me e a criar
Um dia, posso vir a ser artista ou inventor.
Quando me virem sentado
A ler para uma plateia imaginária
Não riam e achem que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a comunicar e a interpretar
Um dia, posso vir a ser professor ou ator.
Quando me virem à procura de insetos no mato
Ou a encher os meus bolsos com bugigangas
Não achem que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a prestar atenção e a explorar
Um dia, posso vir a ser cientista.
Quando me virem a cozinhar e a provar comida
Não achem, porque estou a gostar, que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a seguir as instruções e a descobrir as diferenças
Um dia, posso vir a ser Chefe.
Quando me virem a pular, a saltar a correr e a movimentar-me
Não digam que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender como funciona o meu corpo
Um dia posso vir a ser médico, enfermeiro ou atleta.
Quando me perguntarem o que fiz hoje na escola
E eu disser que brinquei
Não me entendam mal
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a trabalhar com prazer e eficiência
Estou a preparar-me para o futuro
Hoje, sou criança e o meu trabalho é brincar.
(Poema de origem desconhecida)
quinta-feira, 26 de maio de 2011
O Mundo Encantado da Arte
O desenvolvimento da imaginação criadora, da expressão e da sensibilidade das crianças poderá ocorrer no fazer artístico, assim como no contato com a produção de arte presente nos museus, nas galerias, revistas, livros, etc.
Esta é uma imagem de uma obra de Henri Matisse, intitulada “O Caracol”. Antes de iniciar a leitura da obra, fiz algumas perguntas às crianças:
- Alguém já viu este quadro?
- Quem o pintou?
- Vocês gostam deste quadro? Por quê?
- O que ele transmite?
- Lembra algo que você conhece?
Logo em seguida dei a cada criança uma folha com o desenho de uma espiral, na qual cada uma delas tinha que colar papéis coloridos formando um caracol.
Conhecendo um pouco de Matisse
(1869-1954) é considerado um dos maiores e mais criativos artistas do século XX. Matisse concentrou-se na essência do movimento e simplicidade do traço, motivo pelo qual suas pinturas, esculturas e ilustrações de
livros ficaram famosas.
Em 1950, com 81 anos, Matisse recebeu o Grande Prêmio da Bienal de Veneza, um dos maiores eventos da Arte contemporânea mundial. Seus novos trabalhos tinham o vigor de um jovem com um quarto de sua idade. Matisse foi um idoso muito gentil e modesto. Permaneceu aberto a novas ideias e acompanhava o desenvolvimento da Arte moderna. Ao ver os novos e muitos liberais trabalhos de arte abstrata de artistas jovens, dizia que não os entendia e por isso não iria julgá-los.COR E FORMA
Alguns dos últimos recortes de Matisse são reconhecidos como suas maiores obras-primas. Mostram sua experiência em composição e na combinação de cores. Alguns desses trabalhos são abstratos, constituídos mais de formas do que de imagens identificáveis. Mesmo assim, Matisse deu-lhes nomes como O Caracol, relacionando-os a coisas conhecidas.
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